Mesma roupas e boné ao sair pelas ruas
Bruno Goes sempre usa as mesmas roupas e boné ao sair pelas ruas de Pernambués. Além disso, costuma fazer uma live em locais públicos para evitar qualquer tentativa de intimidação por parte da polícia local (Polícia Militar e Civil da Bahia). Como é de conhecimento de muitos, essa segurança pública, sem generalizar, tem perseguido Bruno há mais de 9 anos, realizando inclusive abordagens nas ruas de forma desnecessária e oportuna, visando intimidar e constranger publicamente.
BrunoGoes95 afirma que a motivação das chantagens e perseguições por parte de alguns policiais baianos decorre principalmente de um incidente que ocorreu na prefeitura de Salvador durante as administrações de ACM Neto e Bruno Soares Reis, conhecido como Bruno Reis. Na época, Goes95 era um funcionário terceirizado, porém vinculado à Secretaria de Educação de Salvador (SMED). Embora estivesse na área de serviços gerais, Goes desempenhava diversas funções, como logística (trabalhos relacionados ao transporte de cargas escolares) e organização e limpeza.
O fato é que, ao ser contratado aos 20 anos pela empresa Grupo Braspe, ele foi apresentado a uma secretaria chamada SMED. De lá, foi encaminhado para uma subsecretaria chamada GRE Cabula, que na época (2016) era a CRE Cabula.
Depois de se estabelecer na Gre cabula, ao conversar com Elismar Cardoso de Deus, foi emprestado a uma escola. Goes esteve envolvido nesse empréstimo por alguns dias, mas depois voltou para a Gre. No entanto, a direção da escola solicitou o retorno de Goes95, e todos concordaram. Contudo, ao voltar, Ele ficou fixo na emarc na região do resgate.
Após alguns dias, Goes foi acusado de assédio pela diretora da escola na frente de estudantes e funcionários.No dia seguinte, Ele pediu saída (transferência) da Emarc, mas a direção negou, afirmando que isso poderia resultar em demissão. É importante ressaltar que, em nenhum momento, foi mencionada uma vítima de assédio, mas sim uma declaração da diretora. No entanto, mesmo com apenas 20 anos na época, Goes notou o constrangimento.
Como foi negada a saída sob ameaça de demissão, Ele permaneceu quase dois anos naquela escola, saindo com acusações de assédio por parte da direção, que contou com a proteção da Gre Cabula, da prefeitura e da polícia militar/civil (alguns).
Alguns policias militar (não generalizando) chantageou Goes nas ruas e em seu cotidiano, inclusive até os dias de hoje. A polícia civil também esteve envolvida, pois, em outras questões pessoais, sempre negou e dificultou os boletins de ocorrência quando ele os solicitava.
Por último, ocorreu o roubo armado contra Goes95 em 2021, quando os sistemas da prefeitura e da polícia da Bahia (não generalizando), tanto militar quanto civil, colocaram membro do tráfico para fazer um assalto contra ele em seu bairro natal (Pernambués), precisamente no momento em que ele se dirigia ao trabalho.
Gerado em 06 de março de 2026
Atualizado em 16 de março de 2026